{FP} Nathan White Sibley

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{FP} Nathan White Sibley

Mensagem por Nathan White Sibley em Dom Set 21, 2014 12:56 am



Nathan White Sibley!

19 anos
Masculino
Feiticeiros
Poderes: Premunição
Nascido no dia 17 de abril do ano de 1995, Nathaniel White Sibley foi filho de Elizabeth e Richard Sibley, um casal magnata da sociedade que vivia no centro elegante de Nova Iorque - exceto Elizabeth que era porto-riquenha e insistiu que o filho nascesse na sua cidade natal. Nascido em Porto Rico, o garoto sempre foi desde cedo, um garoto um tanto quanto mimado e cercado demais de segurança, graças a um pai feiticeiro por deveras preocupado com o filho e uma mãe distante. Sua mãe Elizabeth vivia a viajar pelo mundo, sempre com seu trabalho de estilista no topo de suas preocupações enquanto o empresário Richard preocupava-se com a saúde, educação e bem-estar do garoto, filho único do casal. O tempo passava, o garoto crescia e tornava-se belo e cada vez mais atraente, e aos seus 15 anos já tornava-se um popular e típico garoto modelo e hippster que todos pareciam idolatrar.
Acostumado a viver entre pessoas refinadas e bastante mimos, ele estranhou ao ser mandado para morar com sua tia Nancy na bucólica Salem. Lá, tudo parecia pequeno e frustrante, e ele sentia-se sufocado com o jeito pacato da cidade. Na escola, sua beleza parecia deixar todos assustados e distantes do pequeno garoto, enquanto cochichos ressoavam por seus ouvidos. Não tardou e logo o moreno percebera que todos ali pareciam temer seu sobrenome por causa de histórias de seus ancestrais serem perversos e assassinos em séries. Ele pesquisou por meses nas bibliotecas da cidade e na internet sobre os misteriosos assassinatos que ao findar dos casos, todos foram ligados ao seu bisavô, Johan.
Aos poucos no profundo de sua alma, algo mudava no garoto. Sonhos desconexos - ou melhor, pesadelos horrendos e perturbadores - vinham-lhe todas as noites, acompanhados de uma estranha sensação de medo e pânico, até que ele acordava-se suado, com uma sensação ruim dominando-lhe. O tempo continuou avançando, seus antigos amigos perderam o contato - ou melhor, abandonaram-lhe - e tudo ficou pior. Sua namorada na antiga escola em NY o abandonara e ele estava completando 18 anos naquele péssimo dia. Sua tia Nancy tinha planos para uma festa surpresa para ele, e ele sabia pois ouvira ele cochichando no telefone, e tudo parecia ir de mal a pior. Sua mãe quase nunca telefonava e seu pai apenas dava ligações breves duas vezes por dia.
Sua escola arrastou-se, como sempre, e ao cochilar na aula de álgebra, ele teve um enigmático sonho, onde avistava um rio, botas sujas de lama e um crocodilo, juntamente com uma corda e luvas negras molhadas. Ao acordar, ele estava molhado de suor, mas tremia de frio e nunca se sentira tão mal assim - ainda mais com a sala inteira fitando-lhe abismada. Seus passos para casa foram rápidos, mas o caminho parecia extenso e tudo piorou com a chuva que caía, seu sonho não se passava pela sua cabeça, e quando ele passou a relembrar dos sórdidos detalhes, mal percebeu uma caminhonete negra aproximando-se e muito menos um homem vestido com um capuz e sobretudo negros e luvas de couro vindo atrás dele ao sair do automóvel. Tudo foi muito rápido, ele apenas sentiu algo liso pegando-o de forma bruta e algo tapou sua visão e ele já não respirava, e aos poucos o cheiro de álcool inundou suas narinas, fazendo-o cair num sono quase fatal.

- Deveríamos matá-lo logo, ele é um feiticeiro, provavelmente deve ter algum truque na manga. - uma voz grossa aumentava o tom cada vez mais irritada.
- Cara, ele merece morrer lentamente, apodrecer nessa floresta por dias pra só depois matá-lo. Ele é descendente de Johan Sibley, o filho da puta matou nossa mãe, ele merece morrer. Johan matou e sacrificou muitas pessoas inocentes, incluindo 7 pessoas da nossa família pra porra de um ritual, ele era doente! Provavelmente esse viadinho Sibley é doente igual o bisavô. E é isso que vamos fazer... torturá-lo o quanto ele merece. - o homem então retirou o capuz, fazendo com que o garoto tentasse gritar com o susto, porém, sua boca estava tapada.
Ambos eram similares, provavelmente irmãos como deram a entender na conversa, um era loiro e meio calvo, aparentando uns 30 anos, e tinha olhos azuis profundos e assustadores e o outro tinha um cabelo loiro grande e usava o mesmo sobretudo negro e as luvas de couro, e ambos tinham botas sujas de lama, enquanto uma fina chuva caía na cabeça dos três ali, no meio de um lugar bastante cheio de lama e um rio que mais estava pra pântano.
- Eu não sei do que vocês estão falando, eu só sei que meu bisavô é um assassino, mas... olha, eu nunca o conheci, ele morreu anos antes de eu nascer, e... gente por favor, eu não tenho nada a ver se ele era um assassino em série ou não. - o garoto falou desesperado, levando uma bofetada no rosto, tremendo de frio.
- Eu não quero saber. Anos atrás, nossa família passou a sumir. Seu avô finalmente foi preso quando os corpos encontrados apontaram pra ele. Foram 13 vítimas de Salém, 7 delas da nossa família, a família Van Deen. Bem, seu avô era um praticante de alguma seita, porquê descobrimos um livro sobre isso, mas adivinha só, garotinho; o livro sumiu assim como as provas que encontramos na casa dele, já que fomos na casa dele porquê desconfiávamos dele. - falou o loiro de longos cabelos, o mais novo, depois cerrando o punho acertando uma cuspida no rosto do feiticeiro, que se encolheu e levou um soco.
- Ninguém acreditou em nós, mas lemos uma parte do livro onde diz que os Sibley são ótimos com o dom da Premonição e, que um dia, Johan Sibley reencarnaria como seu bisneto, que chamaria-se Nathaniel. E aqui temos você... em carne e em osso. - sorriu o mais velho, que em seguida pegou uma faca passou lentamente pela perna do moreno feiticeiro, fazendo um corte superficial.
- Isso é loucura, por favor me libertem, não tenho nada a ver com isso, não sou um bruxo nem nada, por favor... - tudo aquilo foi em vão, pois o garoto foi espancado e torturado pelo o que se pareceram dias.

Às vezes, eles divertiam-se e o torturavam bastante, ou quando ficavam felizes e de bom-humor, poupavam o moreno de torturas e até alimentavam-no com alguma fruta, mas só para depois estuprarem-lhe e enfiarem os dedos em sua garganta obrigando-lhe a vomitar tudo. Às vezes, eles estavam furiosos quando vinham no amanhecer do dia, e faziam cortes e rasgavam suas roupas, deixando-o amarrado na árvore nu, na lama e próximo de animais que mordiam-lhe diversas vezes. Cortes, sangramentos, estupros, humilhações e tudo unido o fez ficar mais do que louco durante aqueles longos 7 dias. O tempo não parecia passar, nada parecia fazer sentido ou ser como antes, e aos poucos ele mergulhava na loucura para poder sobreviver.
Certo dia, os loiros vieram com um saco enorme, botando-o dentro e arrastando-o. Ele não sabia, mas agradecia por não estar com as mãos sem o movimento amarradas pela corda. Algo pesado estava acima de si e ele perdia o fôlego, e foi com pavor que ele percebeu estar sendo enterrado vivo. Aos poucos, terra deixava o saco cada vez mais estreito, mais pesado, e ele perdia o fôlego cada vez mais até que adormeceu num sono eternal... bem, nem tão eterno assim, pois logo ele num só fôlego abriu os olhos e percebeu estar sendo observado por um moreno de olhos azuis claríssimos.
- Quem é você? Eu não deveria estar morto? Eu fui enterrado vivo... como me achou? - Nathan gritou com a mão passando por todo o seu corpo coberto por apenas uma velha e longa manta vermelha.
- Resuminho pra você, feiticeiro; sua família é envolvida com magia como você percebeu, seu avô foi um homem incrivelmente descuidado e que deixou num livro anotado suas visões e como ele previu isso, bem, vim no dia que você foi enterrado vivo pra desfazer a merda do seu avô, afinal o Conselho o matou a tempo de não abrir o bico e pegou o maldito livro. Você é feiticeiro e fim de história. - falou ele de forma sarcástica e tediosa.
O moreno então recebeu comida, roupas novas e com certo jeito rígido fora tratado e levado para Nova Orleans na companhia do homem não muito agradável, mas que de certa forma trouxe-o de volta.
Nathan
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Nathan White Sibley

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Re: {FP} Nathan White Sibley

Mensagem por Erin M. Hastings em Dom Set 21, 2014 1:21 am

FICHA ACEITA
Fiquei surpresa pela desenvoltura da história, prendeu minha atenção com absoluta certeza. Sua matrícula foi aceita na Academia Julian Hale, seja bem-vindo, logo seu quarto será criado.
Esperamos que divirta-se e que tenha um bom jogo, salientamos o respeito às regras.

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Elastic Heart

Erin M. Hastings
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