{FP} Lilith Felicia McCready

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{FP} Lilith Felicia McCready

Mensagem por Lilith F. McCready em Seg Fev 23, 2015 12:11 pm

Lilith Felicia McCready
Lilith McCready
12 anos
20/08/2003
Não estou no colegial
Banshee
Americana
Mackenzie Foy

PERSONALIDADE:
Lilith é incapaz de sentir. Sociopata, solitária. Desde pequena gosta de torturar e assassinar pequenos animais e se delicia pelo sentido de culpa que é incapaz de sentir. Se for perguntado a menina, ela provavelmente não reconhece o que é amor, nem mesmo por seus pais. Não tem muitos amigos, é uma menina que se dá bem sozinha e gosta de ficar em lugares silenciosos e escuros. A única pessoa de quem Lilith de fato liga para é o seu pai, pois ele sabe sobre a particularidade de Lilith em relação aos outros. Ama música clássica, desde sempre foi grande fã de Beethoven e Mozart, sendo estes os seus preferidos e tendo entrado para as aulas de violoncelo aos dez anos, demonstrando um amor pela música que nenhuma criança da sua idade parece ser. É uma menina extremamente fria, calculista e inteligente para a sua idade. Tem ótimas notas e sempre ganha destaque acadêmico em sua turma. Não é uma grande fã de esportes.
HISTÓRIA DO PERSONAGEM:
Fruto de uma tragédia, Lilith é de uma personalidade um tanto quanto particular. Aos dois anos de idade presenciou a morte de ambos os seus pais biológicos, sendo obrigada a assistir ambos deixarem a vida enquanto um maníaco cortava suas gargantas diante dos olhos da garotinha. Tocados pela história trágica da menina, Gregory e Lucy McCready resolveram adotá-la ainda aos três anos, quando ela vivia em um orfanato, levando a menina para a casa e criando-a como sua. Mesmo crescendo em um lar onde o amor reinava, Lilith sempre se mostrou diferente das outras crianças. Lilith sempre teve uma particularidade assombrosa.
Foi Greg quem notou que as coisas estavam esquisitas quando, aos sete anos da menina, descobriu uma cova feita por ela no quintal, abrigando diversas variedades de ossos de diversos animais como pássaros, ratos e até mesmo alguns que pareciam pertencer ao cachorro desaparecido da vizinha. Decidido em conversar com a filha, Greg perguntou por que Lilith fazia aquele tipo de coisa e questionou as razões de ela não parecer ter remorso quanto a tirar a vida de pequenos animais. Foi assim que descobriram sobre a psicopatia da filha. Para conservar a vida da sua pequena e única menina, Greg nunca comentou sobre os animais mortos com sua mulher ou com qualquer outra pessoa, guardando aquilo como um segredo dele e de Lilith, que ele se engajou em ajudar e mantê-la em um bom caminho para que ela não se tornasse uma real psicopata quando chegasse a idade adulta.
Greg passou a criar um código para Lilith, uma forma de tentar controla-la para que ela não passasse despercebida por entre seus amigos e pudesse se enquadrar em uma sociedade normal. Ele a ensinou que ela deveria demonstras sentimentos, mesmo quando estes não existiam, e que ela tinha que começar a atuar com seus amigos, tentar pelo menos fingir algumas relações sociais para que não atraísse atenções segundas a sua vida. Ele nunca privou Lilith de matar os pequenos animais e até mesmo chegou a ensiná-la a caçar, sempre a convencendo de que nada disso poderia ser aplicado a um humano em hipótese alguma. Lilith adquiriu uma espécie de sentimento respeitoso em relação ao homem e este se tornou provavelmente o único laço que a menina sempre teve com alguém. Ele era uma espécie de pai para ela, ou pelo menos ele era o que Lilith achava que um pai deveria ser: Cuidava da segurança dela.
Com um tempo ela começou a fingir sentimentos e fazer alguns amigos que na verdade ela não ligava para. Aos dez anos as coisas começaram a realmente mudar e ficarem estranhas para a menina, principalmente quando ela chegava a Greg e alegava que escutava vozes em sua cabeça, vozes que falavam coisas para ela, não para machucar pessoas, mas sim indicavam onde haveriam pessoas mortas. A princípio Greg não deu muita atenção para ela. Foi então que Lilith começou a chegar aleatoriamente a diversas cenas de homicídios. Preocupado de que sua filha de dez anos estivesse matando pessoas, Greg pensou em mandar Lilith para um hospital psiquiátrico, mas inexplicavelmente a perícia sempre encontrava marcas de diversos assassinos dos corpos encontrados por Lilith, e nenhum deles indicava qualquer envolvimento da criança com os casos. Ao perguntar para a sua filha como ela sabia onde as pessoas machucadas estavam, Lilith apenas disse que as vozes em sua cabeça indicavam o caminho. Ela era uma Banshee.
Quando Lilith gritava, Greg sabia que alguém havia morrido e alguém próximo ou até mesmo conhecido. Foi assim com a vizinha, com sua própria mãe - avó de Lilith - e com diversas outras mortes. Sendo de um escalão baixo na polícia, por conta das previsões da filha, Greg foi elevado ao posto de detetive que mantém até hoje, tendo a ajuda de sua menina de doze anos de idade que inexplicavelmente usa de seus poderes paranormais para ajudá-lo nas investigações. E desde então a psicopatia de Lilith serve para alguma coisa, pelo menos por enquanto quando ela se mostra uma criança inocente para seres humanos; uma espécie de complô entre pai e filha.
Lilith . Banshee

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Lilith F. McCready

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