[FP] Cassie P. Beauchamp

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[FP] Cassie P. Beauchamp

Mensagem por Cassie P. Beauchamp em Qua Fev 18, 2015 8:22 pm

Cassandra Peverell Beauchamp
Cassandra Beauchamp
200 anos (aparenta 17 anos)
27/08/1815
Músicos e populares
Kitsune do fogo
Francesa
Daria/Dasha Sidorchuk

PERSONALIDADE:
É o tipo de pessoa que você gostaria de ter como amiga, ela é simpática, extrovertida e atenciosa. Dedica-se aos amigos com muito empenho e adora se divertir. Cass é assim com seus amigos. Porem com estranhos ela é totalmente diferente, é tímida e introvertida, normalmente não deixa as pessoas se aproximarem, além de ser extremamente calculista. Porem essa é a parte que os outros percebem da nossa pequena Cassie. Pois por baixo do seu rostinho angelical existem muito mais coisas. Cassandra sabe avaliar as pessoas muito bem e ela se aproveita do que descobre, normalmente ela tenta fazer com que os outros façam o que ela quer que eles façam. Não me entendam mal, ela não é uma manipuladora superficial, isso faz parte da personalidade dela. É inconsciente, é quase como se ela precisasse que fizessem as coisas para ela. Isso vai desde pegar um copo de água para ela até roubar um banco. Além disso, Cassie sabe muito bem o que dizer aos outros para agradá-los e sabe agir como eles esperam que ela aja. Ela é uma garota misteriosa e de muitas faces e você nunca sabe qual é sua face verdadeira.
HISTÓRIA DO PERSONAGEM:
Era o ano de 1801 depois de Cristo, início do século XIV, e Akemi Kawashima corria pelo palácio do Grande Khan. Seus longos cabelos negros esvoaçavam com o forte vento no corredor, assim como suas roupas de sedas. Ela olhava para trás vez ou outra, com um olhar travesso, sorria e corria mais rápido. Akemi enxergou uma pequena porta logo à frente bem a sua esquerda, ela não pensou duas vezes antes de entrar e fechar a porta. Agora se encontrava em uma sala escura e abafada, mas ela conseguia enxergar como se existissem mil braseiros em chamas na pequena sala de chá. Akemi respirou fundo e ficou em silêncio, concentrada, quase em transe. Ela podia ouvir os criados conversando na cozinha no outro canto do palácio, ela ouvia os grilos na rua e até o barulho de um pequeno ratinho que roía um pedaço de biscoito a treze quartos dali, mas não era nenhum desses barulhos que ela procurava. Akemi Kawashima estava procurando uma risada estrondosa e forte. Ela não teve dificuldade nenhuma de achar. Ela poderia ouvir essa risada a quilômetros, qualquer um poderia. Então ela esperou por aproximadamente cinco minutos, quieta como um gato prestes a pular sobre sua presa e foi isso que ela fez. Assim que teve certeza Akemi abriu a porta e pulou sobre o homem grande e vigoroso que era o Grande Khan.

– Eu disse a você que nunca me alcançaria – Falou ela com um sorriso travesso no rosto.

– Bom você está nos meus braços, não está?

O Khan gargalhou e beijou sua concubina preferida, que por sua vez começou a desamarrar o cinto do Khan – Vamos nos divertir – Akemi sorriu cheia de alegria por estar ao lado do homem que ama.


Maio de 1812 D.C. Mongólia. Cidade Imperial.

Akemi caminha silenciosamente pela rua, seus longos cabelos estão cobertos por uma manta. Ela está nervosa, um homem alto encapuzado persegue-a pelo mercado, talvez seja europeu. Talvez seja um caçador. Desde que o Khan morreu há dez anos ela está sem proteção na corte, a imperatriz nunca levantaria um dedo por ela e muito menos algum daqueles nobres medrosos. Há cinco anos ela foi atacada, mas conseguiu matar o agressor, ele era um caçador e veio atrás dela, mas um nórdico, chamado Bjorn, a salvou e virou seu amante. Akemi não tem segurança neste lugar, talvez seja hora de partir. O Khan morreu e Bjorn não dá notícias há dois anos. Akemi entra em um beco, se esconde e espera. Paciente. Atenta.

O homem entra logo em seguida e Akemi salta em sua direção desferindo um chute na virilha do suposto caçador. O homem da um berro e cai de joelhos, o capuz também cai revelando a cabeleira ruiva de Bjorn e seus belos olhos azuis.
– Que jeito de receber seu amado – Ele fala quase sem folego.

Akemi se ajoelha e abraça Bjorn. – Eu senti sua falta... E...Eu achei qu... que você fosse um caçador – Lágrimas rolam pela face da bela mulher.

– Ei. Se acalme. Odeio ver você chorando. – Ele enxugava as lágrimas de sua amada – Nós temos que sair daqui rápido. Homens maus estão atrás de você – Mas antes que ela pudesse falar qualquer coisa ou protestar Bjorn a agarrou em seus braços e correu.


Ano de 1815 D.C. Escandinávia. Chalé de Bjorn.

Akemi berra o mais alto que pode, parece que suas entranhas estão sendo expelidas, ela não aguenta mais, mas a velha ama de leite grita para que ela continue empurrando. Akemi desmaia. Quando acorda têm a filha nos braços, uma linda menininha de cabelos ruivos e olhos negros. Chamada Alice Ingstad. Akemi olhou para Bjorn e este retribuiu o olhar, os dois compartilharam um momento de felicidade e alegria, mas este momento durou pouco. Akemi pressentiu perigo, algo que ela nunca havia feito antes, talvez seja uma habilidade dormente ou instinto materno, não importa. No mesmo instante Akemi explicou o que havia sentido, Bjorn achou que fosse coisa de mulher, mas para deixar a amada tranquila decidiu ir investigar. Akemi não podia esperar ele voltar então entregou sua própria filha a parteira e instruções para levá-la até um convento francês, lá Alice estaria segura, lá a menina não correria perigo. A mulher, embora contrariada, partiu imediatamente. Quando Bjorn voltou, feliz por não ter encontrado perigo algum, acabou deparando-se com uma cena horrível. A pequena cabana estava encharcada de sangue e vísceras. Haviam muitos corpos lá e um deles era de Akemi, ela lutou bravamente, mas estava fraca pelo parto e não deu conta de todos os caçadores.


Ano de 2015 D.C. Beacon Hills. Área Residencial.

Fecho o diário sentindo-me confusa, aturdida. Como Julièth demorou 182 anos para entrega-lo a mim? E ainda por cima mandou-o por correio. Sinto como se ela estivesse me traindo, esconder isso de mim por anos... Como se eu fosse uma criança que deve ser poupada. Tirar férias nos E.U.A uma ova, ela me queria bem longe para entregar o diário. Ela me paga... Pego meu celular na mesinha de centro e disco o número com um DDD do exterior. Mas cai na caixa postal.

– Me liga. Temos que conversar, é urgente. – Desligo o telefone e me jogo no sofá novamente. Minha cabeça dói muito.

Quer dizer que aqueles caçadores filhos da mãe mataram minha mãe e obrigaram meu pai a voltar ao serviço. Eu vou me vingar, custe o que custar. Vou matar todos seus descendentes. É uma promessa.

P.S.: O diário que eu cito no final da história foi escrito por Akemi, mas os trechos finais foram escritos por Bjorn.
Bjorn era um caçador, ele explica isso no diário, mas eu não quis colocar na história, quis deixar subentendido. Akemi nunca soube que ele foi um caçador. A missão dele era matar Akemi, mas acabou se apaixonando por ela e disse aos seus superiores que ela estava morta.
Akemi morreu com 829 anos de idade. Cassie foi criada por uma kitsune amiga de Akemi.
Cassie . Kitsune

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Cassie P. Beauchamp
Kitsune
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Ficha do personagem
Cargo: Músicos
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