[FP] Sebastian Verlac Lahey

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[FP] Sebastian Verlac Lahey

Mensagem por Sebastian Verlac Lahey em Qui Out 02, 2014 1:15 pm



Sebastian Verlac Lahey

20 anos
Masculino
Feiticeiros
Naturalismus
 
Julian estava trabalhando numa cafeteria, entregava os pedidos e anotava os novos pedidos para os cozinheiros fazerem, mas entre uma ida e outra entre as mesas, ele sem querer derrubou alguns copos de café velhos em uma cliente sentada numa mesa. Ele se desculpou, tentou fazer algo para compensar o erro dele, chamando-a para um encontro o que foi bem proposital porque ela morava perto e ele saia em 30 minutos para o almoço. Ela saiu para se trocar, retornara na hora do almoço e o levou para um restaurante onde se iniciou uma paixão entre eles. Após dois meses de encontros para se conhecerem, Julian comentou que o nome de Maryssa era o mesmo nome de uma deusa grega da magia que por coincidência virou uma brincadeira entre eles sobre o amor entre eles ser pura magia e a deusa estar abençoando os mesmos.  

Contudo, ele logo esqueceu muitas vezes desse sobrenome, porque Maryssa era praticamente perfeita pra ele. Eles começaram a namorar quando fez três meses se encontrando com quase que um encontro por semana e passado um ano de namoro, Julian Lahey pediu a mão de Maryssa em casamento e ela aceitou. Em dois meses eles se casaram porque ambos preferiram casamento só no civil e como seria só para os amigos mais próximos, não tinha o porquê ser na igreja e ter uma festa grande. Após alguns meses, ela teve um bebê que chamou de Sebastian e colocou o seu sobrenome (Verlac) e o de Julian (Lahey). Foram dois anos juntos muito bons, Maryssa viajava para os EUA cuidar de seu trabalho e vinha 15 dias para casa visitar seu marido e filho, contudo Julian adoeceu devido a um AVC e Maryssa deixou seu filho em um orfanato com uma foto deles (pai, mãe e o filho) juntos e com um recado dela para seu filho ler no futuro.  
 
Passados oito anos, Sebastian com quase 10 anos estava bem popular no orfanato porque sempre defendia os mais fracos e ficava machucado às vezes. As moças do orfanato quase batiam nele porque ele ia à enfermaria frequentemente com olhos roxos, dentes que caíram, mão esfolada por socos, etc. Em certo dia, um diplomata chegou ao orfanato pedindo um jovem de doze anos com certas descrições como coragem, ser destemido, defender os oprimidos e ser bem "elétrico". A governanta chamou Sebastian, apresentou o garoto ao homem, ambos ficaram conversando numa sala até que a governanta preocupada entrou, e o diplomata chamado Tibério Carstairs disse que o jovem era perfeito e o levou naquele dia mesmo para sua casa. Sebastian é claro pediu por aulas particulares do que lhe interessava no tempo livre fora da escola, como esgrima, artes marciais, musculação, arco e flecha, história e filosofia que por alguma razão tinha um talento incrível.  
 
Logo que fizera 20 anos, o mesmo conheceu uma jovem chamada Lísia Martin e ele sentiu algo diferente nela como se tivesse de conhecê-la e assim foi. Conheceram-se e viraram amigos, a amizade durou alguns meses apenas. O pai de Lísia se ofereceu como contador pessoal de Tibério porque eles já se conheciam e já que o anterior morreu de velhice e ele precisava de um novo, o pai de Lísia quis ajudar. Após dois meses de serviço, o pai de Lísia sumiu das vistas de Tibério e os cartões do mesmo começaram a ser recusados e quando foi verificar as contas, as mesmas estavam zeradas e apenas duas pessoas sabiam de todas as contas de Tibério, ele e o pai de Lísia. Tibério teve de começar alguns de seus trabalhos e vender algumas coisas para sair do vermelho de suas contas. Sebastian ficara sabendo de tudo pelas paredes, mas apenas ficou quieto e armando sua vingança sozinho, se aproximando de Lísia com intenção de trair o pai dela também onde quer que ele esteja.  
 
Passaram-se alguns meses de tentativas e investidas em Lísia para enfim o namoro e logo que firmaram o relacionamento e pediu pro pai a oficialização e benção dele, ele falou com Lísia sobre sua vingança ou parte dela que no caso apenas falou que queria devolver o prejuízo que ele causou ao seu pai adotivo. Lísia concordou e roubou dois quadros da família e os vendeu dividindo o dinheiro entre eles e planejaram fugir, mas antes o jovem fora pegar algumas coisas em sua casa. Logo que entrou viu Tibério ensanguentado no chão e um dos empregados estava com as mãos pingando sangue. Ele fora até a mesa de chaves perto da porta e pegou a adaga de cortar correspondências tentando usar como defesa contra o empregado. O empregado logo que o viu, fungou o ar tentando sentir algum cheiro especial e ao vê-lo, ele cresceu e ficou com mais de dois metros, mais forte e feio por sinal e urrou na direção do garoto. Sebastian rolou para a direita, engatinhou até Tibério verificando sua morte pelos pulsos e pescoço, o girou no chão para tentar ouvir seu coração, sem querer um papel grudou na sua mão e o pegou para ver/ler. Era uma foto de um casal bonito e um bebe nos braços da mulher, no verso dizia:
 
"Sebastian, seu pai Julian e eu te amamos muito, mas nem sempre conseguimos ser o que queremos ser. Seu pai morreu de um AVC surpresa enquanto estava sentado do lado do seu berço e você segurava um dedo dele enquanto dormia. Sinto muito por ter te deixado no orfanato, mas um dia entenderá que eu como descendente de Salem... (havia um espaço no recado estava com sangue) filhos, mas sempre estarei com você e seu pai no seu coração.  
Com Amor, Maryssa Verlac. "

 
Lágrimas escorregam um pouco dos seus olhos e descobriu sobre seus sobrenomes agora, mas aquilo ainda estava mal contado sobre seu pai. Ele tentara pensar sobre o assunto, mas o urro do empregado o impediu e quando se virou viu que o mesmo tinha passado pela parede e rolado pela escada de entrada um pouco pelo jardim que ainda tinha umas raízes e folhas nele. O garoto pegara o anel de família de Tibério para ter algo dele, se levantou do chão e correu subindo as escadas com muita pressa e derrubando muitas coisas após passar para atrapalhar o caminho do empregado, mas foi surpreendido por Lísia no topo da escada.  

Inicialmente parou um pouco de subir observando o vestido vermelho escuro dela, mas subiu um pouco chamando ela e avisando do empregado maluco e assassino atrás dele. Ela sorriu e aponto para baixo, o garoto estranhou a cena porque era muito para se assimilar em tão pouco tempo, o empregado estava sentado aos pés da escada brincando com seus pés enormes que abriram os sapatos e ele terminava de tirar o que sobrava dos sapatos. O jovem ficara sem graça porque não parecia que o empregado era ameaça agora, mas como e quem originou essa mudança nele, rapidamente se virou para Lísia semicerrando os olhos.  

Olhou-a sério perguntando o que houve e como ela fez isso, ela fez a carinha de pena dela, fazendo um biquinhos com os lábios e inclinando a cabeça para a direita, sorriu e disse que ela era uma bruxa voodo. Sebs não sabia se ficava boquiaberto, se questionava ela pela morte de Tibério ou se fugia dela, mas foi pela opção menos mortal das que imaginou e perguntou porque estava fazendo isso tudo. A garota pegou uma folha de dentro do vestido onde estaria o sutiã e entregou para o garoto uma foto com um corpo ensaguentado no centro, o pai dela ajoelhado próximo dele e atrás no que parecia uma lata de lixo estava uma mulher levemente conhecida.

No automático, comparou as fotos e confirmando que a mulher da foto escura que Lísia entregou era sua mãe e ela foi explicando que:  "Maryssa Verlac matou minha mãe, uma famosa e poderosa bruxa voodo durante uma briga pelo meu pai alguns anos atrás. Contudo, ela esqueceu que as bruxas voodo se vingam e aqui estou eu para cobrar a vingança de minha mãe, mas como não achei ela durante esses anos eu vim até você porque com certeza sua morte irá atraí-la e enfim a matarei pela honra de minha mãe. A grande ironia disso tudo é que sou filha sua irmã de sangue e não terei pena em te matar."  

O garoto rapidamente ligou os pontos, estendeu as mãos para frente como sinal para parar já falando: "Calma Lísia, eu sei que quer sua vingança mas você não me mataria assim a sangue frio não é? Eu sou seu irmão e até alguns minutos atrás eu achava que era seu namorado, mas agora eu sou o que? O filho de bruxa que mal sabia de sua história e morrerá sem saber. Não vai me matar assim não é?" Ele tentou apelar para algum lado emocional dela, mas a mesma parecia dura na queda, pois não mudara as feições enquanto ouvia Sebastian, mas resolveu fazer seus pedidos, afinal não custava nada.
 
Ela se sentou no último degrau da escada e começou a explicar: "Bom, eu vou ter matar mesmo, mas você está certo nesse ponto. Eu convivi com você tempo suficiente para saber que não sabia de nada de seus pais ou de sua mãe até hoje pelo menos. Então vamos lá... Eu sou uma bruxa comum por assim dizer, não sou voodo, mas sim uma descendente das bruxas de Salem. Tenho algumas tias que me ajudaram com relação a minha vingança como ter o assassino perfeito - ela aponto para o empregado sentado no chão - e na utilização de meu poder que é ilusionismo."

Ela sorriu, colocou as mãos juntas as pernas cruzadas enquanto respirava fundo como se esperasse algo acontecer porque não parecia ser de desabafar assim com qualquer um e o garoto falou: "Então porque não me colocou numa visão ou algo do tipo? Querendo ou não, poderia me fazer pensar várias coisas e evitaria muitos problemas como o que aconteceu com Terry ali embaixo que está grande, mais burro e mortal que antes, e pouparia nossa conversa franca." Lísia sorriu olhando nos olhos do garoto: "Você realmente consegue fazer qualquer um rir não é? Nem com a morte próxima perde a chance de falar besteira. - ela riu um pouco olhando para ele - Bom, pra ser sincera eu tentei te matar duas vezes ou pelo menos te fazer ir pro hospital e de lá ficaria mais fácil de matar. Contudo, tive uma surpresa ao descobrir pelas minhas tias voodo que você tem a magia ativa e que a usa constantemente sem se dar conta disso."

O garoto ficou sem entender sorriu sem graça: "Como assim eu tenho a magia ativa e uso? Não sou Harry Potter que faz sumir um vidro de zoológico, ou pelo menos eu acho que não." A garota riu com a piada e continuou: "Eu também não entendi na hora, minhas tias só conseguiram isso do encantamento delas. Foram essas as exatas palavras 'Ele tem um poder antigo e raro, se ele aprender a controlar e evoluir, será um poderoso inimigo um dia' e me falaram para te matar logo." Ambos se calaram um pouco como se pensando sobre o que fazer e se deveriam ficar ali na escada sentados em silêncio.

Sebastian finalmente se sentou na escada, com as costas apoiadas numa estaca do corrimão, uma perna esticada e a outra com o joelho flexionado no degrau debaixo e falou: "Você ainda pretende me matar depois dessa conversa?" Ela respirou fundo olhando para frente, depois rapidamente pro empregado e por fim para o jovem para falar: "Não sei ainda, eu sinto raiva de nossa mãe biológica, mas essa coisa de vingança é das minhas tias, eu nem sou voodo e estou comprando a briga delas. Eu só queria acabar com isso logo e viver e morrer em paz um dia. Mas sei que como bruxa, o problema virá até mim uma hora ou outra."

O garoto se sentiu mal por ela, porque acima de tudo passaram meses como amigos e isso era raro para ambos, por instinto se levantou para se sentar ao lado dela e a abraçar. Deixou ela se deitar no ombro dele e ouvindo ele falar: "Bom, pelo menos já é alguma coisa não é mesmo. Eu tenho um poder que de alguma forma te bloqueia e não tenho ideia de qual é." Lísia riu e falou: "Mas eu tenho, ou pelo menos acho que tenho. Ouvi algumas histórias, li o livro antigo de registro de poderes que as voodo tem sobre as descendentes de Salem, e pelo que consegui entender de tudo, ou você teria algum poder mental que no caso não é porque senão você saberia, ou você tem Naturalismus. Pelo que está nos registros, esse poder repele ou bloqueia a mente do usuário contra os outros poderes mentais como ilusionismos e telepatia."

Sebs balançou a cabeça afirmativamente assimilando esse fato essa nova informação de si mesmo, acaricia o braço dela para a mesma se levantar e a olha nos olhos: "Eu tenho de ir ou suas tias virão me matar e te matar junto, fala que eu descobri meu poder e fiz o Terry voltar ao normal, ou pelo menos para o físico normal dele de mordomo. E por fim que eu escapei, já que você não estaria aqui para me encontrar já que seu poder não funciona comigo e confiava que o empregado com o encantamento de monstro de raiva ou sei lá o que usou, fosse bastar."

A garota sorriu e o corrigiu: "É um feitiço de escravo monstro, ele deixa a pessoa grande, forte, burra e com a aparência de um ogro ou algo do tipo. Mas sim, irei fazer isso. Vou sair daqui pelos fundos e deixarei Terry monstro no automático e é bom correr já." Sebastian concorda, abraça sua ex-namorada e recente irmã descoberta, sussurra pra ela ter cuidado, se levanta e retoma sua ida pro quarto. Respira fundo guardando as fotos no bolso, retoma um pouco da ação de antes já derrubando mais coisas do corredor até seu quarto para atrasar mais o empregado enfeitiçado.

Entrou no seu quarto, trancara a porta, empurrou uma estante na frente e pegou sua mochila já colocando roupas, pacotes de biscoitos, a foto dos seus pais e um pouco de dinheiro que era sua reserva durante os anos. Sentiu-se estranho por estar fazendo isso, mas precisava ser feito agora porque Lísia já devia ter ido embora da casa, deixado Terry monstro com sua ideia inicial de o pegar e provavelmente matar, mas principalmente para fugir dali rápido também. Se sentia perdido e um pouco sem rumo agora que sabia sua história, mas ainda por saber que era o que? Um bruxo talvez, ou o termo correto seria mago? Ele não se atentou ao nome naquele momento, ele só sabia o básico e era disso que precisava por enquanto.  

Fechara a mochila e colocou-a nas costas pendendo por apenas uma das alças no seu ombro direito e saiu do quarto pela porta do lado oposto pela qual entrou, que dava acesso ao escritório que tinha uma saída de emergência. Foi até a mesa principal, apertou um botão atrás da mesa e em seguida o chão atrás fez um assovio baixo abrindo um alçapão junto do barulho do empregado passando pela porta e caindo no chão pela estante e cadeira que havia deixado atrás da porta.

Abaixou-se, levantou a porta do alçapão e passou por ela, deixando a porta cair sozinha e desceu as escadas o mais rápido que pode. No meio das escadas, tropeçou em algo e ouviu um grito de dor e em seguida um empurrão e passou a rolar com alguém pela escada abaixo. Levantou-se com dificuldade já perguntando quem era e a pessoa não visível ainda apenas disse que conhecia sua mãe Maryssa e Sebs apenas o apontou dizendo que era melhor explicar no caminho o que estava fazendo ali.  

Saíram dali por um túnel subterrâneo até uma garagem da casa da piscina que tinha um jipe meio empoeirado, mas como ele sabia dirigir e ele estava funcionando nem se preocupou. Chamou o garoto que devia ter a sua idade, também tinha cabelos escuros, pele bem mais morena que a sua e olhos mais claros. Um pouco fraquinho comparado a si mesmo e tinha uma faca numa espécie de bainha ou algo assim na cintura. Ele entrou no carro e disse para seguir para o aeroporto e os levaria para um lugar onde seria sua nova casa e poderia saber da história de sua mãe, mas principalmente sobre si mesmo também.
Sebastian Verlac Lahey
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